terça-feira, 17 de maio de 2011

Comissão Julgadora de Fotografia

Hoje foi um dia de muito trabalho, presidi a Comissão Julgadora do IX Concurso Nacional de Fotografia - "Arte e Cultura na Prevenção do Uso de Crack e Outras Drogas", da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas. Mas foi ótimo, as pessoas que participaram são excelentes! Espero ter feito novos amigos.

Aproveitando, estou atualizando a minha foto do perfil, colocando aquela que tiraram de mim no lançamento do livro Psicologia Social: Principais Temas e Vertentes. A de baixo estava no lugar anteriormente, um amigo disse que o título dela deveria ser "Sorriso com Óculos de Doutora"!



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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Cavaleiro de Aruanda

Estátua de Tati Moreno, Dique do Tororó, Salvador. Foto: Luciano Andrade/Photobahia.


Veja a extraordinária interpretação de Ney Matogrosso: Cavaleiro de Aruanda (clique aqui).

A canção já foi interpretada, também, por Ronnie Von, Margareth Menezes, Rita Ribeiro, entre outros.


CAVALEIRO DE ARUANDA
Tony Osanah

Quem é o cavaleiro que vem lá de Aruanda
É Oxóssi em seu cavalo com seu chapéu de banda
(2x)

Quem é esse cacique glorioso e guerreiro
Vem montado em seu cavalo descer no meu terreiro

Vem de Aruanda uê
Vem de Aruanda uá
(3x)

Ele é filho do verde, ele é filho da mata
Saravá Senhor Oxóssi, a sua flecha mata

Vem de Aruanda uê
Vem de Aruanda uá



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sexta-feira, 13 de maio de 2011

I Believe in a Thing Called Love

Capa do álbum/Album cover

The Darkness - I Believe in a Thing Called Love: http://www.youtube.com/watch?v=sRYNYb30nxU


Can't explain all the feelings that you're making me feel
My heart's in overdrive and you're behind the steering wheel

Touching you, touching me
Touching you, God you're touching me

I believe in a thing called love
Just listen to the rhythm of my heart
There's a chance we could make it now
We'll be rocking 'til the sun goes down
I believe in a thing called love
Ooh!

I wanna kiss you every minute, every hour, every day
You got me in a spin but everything is A.OK!

Touching you, touching me
Touching you, God you're touching me

I believe in a thing called love
Just listen to the rhythm of my heart
There's a chance we could make it now
We'll be rocking 'til the sun goes down
I believe in a thing called love
Ooh!

Guitar!

Touching you, touching me
Touching you, God you're touching me

I believe in a thing called love
Just listen to the rhythm of my heart

There's a chance we could make it now

We'll be rocking 'til the sun goes down

I believe in a thing called love

Ooh!


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Lembrando 13 de maio

Em 13 de maio de 1888, o Brasil deu o primeiro passo para se tornar um país civilizado. Em sessão movimentada da Câmara dos Deputados, que a foto acima representa, foi aprovada a Lei que abolia a escravidão. O que provocou comemorações em todo o Brasil, durante dias.

Vale anotar que hoje também é o Dia dos Pretos Velhos.

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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Desafios para os Direitos Humanos no DF

Acima, detalhe de foto de Danillo Costa/ParouTudo.


Abaixo transcrevo artigo que publiquei no jornal Correio Braziliense, de 13 de novembro de 2010, caderno Opinião, página 23:


DESAFIOS PARA OS DIREITOS HUMANOS NO DF

Jaqueline Jesus
Psicóloga e doutora em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações pela Universidade de Brasília


São positivas as expectativas acerca do governo eleito
para o DF, frente ao vultoso desafio, tão repetido durante o período eleitoral, de “resgate” da cidadania na Capital federal. O governador Agnelo representa a esperança do brasiliense de ver sua cidade melhor, mais humana, menos mesquinha. Essa evolução depende de todos, e não apenas do novo governador, porém o Estado dispõe de mecanismos para enfrentar os problemas de Brasília.

As questões ligadas aos
direitos humanos e à gestão da diversidade de grupos sociais que vivem aqui são estruturais. Apesar disso, elas não têm sido tratadas com atenção pelo poder executivo, quando deveriam ser vistas como um eixo transversal a todas as ações governamentais, e não apenas restritas à segurança pública ou ao atendimento jurídico. Um governo desatento à valorização da diversidade repetirá erros do passado, os quais relegam um contingente de cidadãos a condições de vida insatisfatórias, senão desumanas.

Leis que penalizam a discriminação não foram regulamentadas pelos governadores passados; órgã
os que administram o tema têm dificuldade de dialogar com os demais organismos governamentais; é baixa a visibilidade dos conselhos comunitários ou distritais; não há estatísticas oficiais de crimes de ódio com base na identidade social da vítima; pessoas discriminadas não registram os casos em delegacias, temendo negligência ou repreensão.

Assim, sugiro uma lista resumida de metas em
direitos humanos. Em educação, aplicar a Lei 10.639/2003, que inclui o ensino da História e cultura da África e dos negros no Brasil, capacitando professores dos ensinos fundamental e médio; e estabelecer ações afirmativas, incluindo o recorte racial, nas instituições de ensino superior subordinadas ao executivo local, a exemplo que atualmente vige no apoio a estudantes oriundos do ensino público.

Reconhecer a saúde como fenômeno biopsicossocial promovido por equipes compostas de diferentes profissionais de saúde; garantir a igualdade de oportunidades no acesso dos cidadã
os à saúde, por exemplo, reduzindo a vulnerabilidade da população negra, com atenção integral aos pacientes portadores de hemoglobinopatias, como a anemia falciforme (doença genética sofrida principalmente por afrodescendentes) e a talassemia, na forma de campanhas informativas de caráter inclusivo, não apenas de cunho didático, e da criação de um centro de apoio e aconselhamento genético ao doente falciforme.

Ainda em saúde, incluir
os quesitos cor, identidade de gênero e orientação sexual nos formulários das unidades básicas de saúde, garantindo o sigilo da identificação; e a humanização das equipes de saúde, incentivando o debate quanto às formas de discriminação.

No campo da gestão pública, formar
os gestores em direitos humanos e cidadania; fortalecer os conselhos de direitos humanos subordinados ao poder executivo; fazer um censo do serviço público distrital com os quesitos cor, identidade de gênero e orientação sexual; privilegiar, em licitações e/ou serviços, órgãos privados que disponham de balanço social e demonstrem equidade de gênero e cor nos seus ambientes de trabalho; combater o trabalho infantil, o abuso, a exploração sexual e melhorar o atendimento socioeducativo ao adolescente em conflito com Lei, contratando e treinando profissionais de áreas como Educação Física, Serviço Social e Psicologia, entre outros.

Quanto à segurança pública, regulamentar a Lei 2.615/2000, que determina sanções às práticas discriminatórias em razão da orientação sexual e da identidade de gênero das pessoas; realizar cursos de
direitos humanos para as forças policiais, voltados ao respeito e à valorização da diversidade; e se comprometer a acompanhar casos de discriminação.

E no aspecto do desenvolvimento urbano, promover a acessibilidade nos transportes coletivos e espaç
os urbanos para as pessoas com deficiências físicas; capacitar gestores de instituições de longa permanência quanto à prevenção e enfrentamento à violência contra idosos; e reconhecer os espaços de culto das religiões de matrizes africanas, hoje desvalorizados, como locais de preservação da cultura, promoção de sociabilidade e da saúde dos freqüentadores.

O sucesso do novo governo no respeito aos
direitos humanos e na valorização da diversidade reforçará a democracia em nossa sociedade.

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terça-feira, 10 de maio de 2011

Oficina de Inclusão - Educação para a Vida

Centro de Ensino Médio 09 de Ceilândia.

A convite do corpo docente, dia 12/04, a partir das 20 horas, ministrarei uma oficina sobre o tema Inclusão, durante a Semana de Educação para a Vida do Centro de Ensino Médio 09 - CEM 09, de Ceilândia.

O objetivo geral da atividade é, por meio de dinâmicas, exibição de vídeos e discussão em grupo, proporcionar aos alunos experiências e oportunidades de aprendizagem que estimulem seu crescimento pessoal com relação a habilidades e atitudes de respeito à diversidade.

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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Psicologia Social: Atração e Repulsa Interpessoal

Acima, dois dos seres de livros infantis criados pelo ilustrador britânico Roger Hargreaves, hoje homenageado do Google pelos seus 76 anos de nascimento, se estivesse vivo.


No capítulo 11 do livro Psicologia Social: Principais Temas e Vertentes, eu investigo os elementos cognitivos, afetivos e físicos que levam as pessoas a se aproximarem ou se afastarem umas das outras, no que chamo de atração ou repulsa interpessoal.

A comunicação é um elemento central nesse estudo, que na minha análise vai além da expressão verbal, e abrangendo a comunicação não-verbal, inclui aspectos ambientais, de estereótipos, preconceitos, história pessoal, entre outros.

Diferenciam-se afetos, sentimentos e sensações. Sugere-se, no fim do capítulo, a possibilidade do desenvolvimento de comunicação de criaturas não-humanóides (robôs) para além de expressões faciais, e o entendimento de que, tendo-se conhecimento dos aspectos "inconscientes" que nos atraem ou não a outras pessoas, pode-se controlá-los e agir conscientemente.

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