Lugar para percepções, ideias e análises a partir de uma visão pessoal, científica e profissional: uma janela, da minha perspectiva, para o mundo. ~o~ Place for perceptions, ideas and analysis from a personal, scientific and professional view: a window, from my perspective, to the world.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
No Jardim Botânico do Rio
Organizando porta-retratos e arrumando arquivos de fotos encontramos esta lembrança de um belíssimo passeio que fizemos no Jardim Botânico do Rio.
Quase um dia inteiro de prazer visual, olfativo e tátil!
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012
O Parque da Cidade: Um Olhar Afetuoso
Foto: pubturismobrasilia.blogspot.com
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Jaqueline Gomes de jesus
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Acredito que, se a alma de Brasília está no Beirute, como dizem, então o seu coração está no Parque da Cidade.
Quem é da Capital me entende, e mais: se tem a minha idade, que é a mesma do Parque, decerto lhe vem à mente, senão as pistas de caminhada divididas com bicicletas, os velhos pedalinhos no lago, a piscina de ondas (ou será “com” ondas?), ou então o foguete do parque Ana Lídia, parque dentro do Parque (e ao mesmo tempo memorial da violência contra a inocência), onde as crianças se aventuram por sobre uma ponte suspensa para galgar as alturas e voltar ao areal descendo por uma escadaria circular, onde os pais as esperam recordando, nostálgicos, de suas próprias aventuras naquele brinquedo maravilhoso, com vida própria.
Tem uma visão simplista quem acha que o Parque da Cidade, com seus muitos nomes – Rogério Pithon Farias, Dona Sarah Kubitschek –, todos da Cidade, é apenas o lugar preferido do brasiliense para se divertir ou se exercitar: não. Essa área não é só um terreno de 400 hectares entre a Asa Sul e o Sudoeste, é um território no qual convivem, conflituosa e abertamente, expectativas, desejos, catarse, amor em suas diversas manifestações.
Lugar onde a rotina de liberdade e libertinagem que os portões abertos das cinco da manhã às cinco da manhã permitem. É costume ter de enfrentar surtos de repressão, conservadorismo ou apenas razão, bom senso.
Imagino que o visitante que fosse realmente informado sobre a vida no Parque da Cidade se espantaria que algo dessa complexidade possa existir no centro de uma metrópole cada vez mais nervosa e continuar sendo o seu coração. Para o brasiliense, ou candango, como queiram, isso é normal.
Se a alma de Brasília é um bar assaz democrático, de remota origem árabe e herança cearense que serve mishuês à parmegiana, o coração de Brasília é um parque, também deveras democrático, onde as conversas e atos mais secretos que a noite protege podem dividir o mesmo banco onde a família serve o churrasco do domingo.
O Parque da Cidade é patrimônio afetivo de toda Brasília, não somente do Plano Piloto. Claro, todos os parques são públicos, porém, diferentemente de outros, o Parque da Cidade não é querido profundamente apenas por quem mora perto dele. O Parque Olhos D’água, por exemplo: todos o valorizam por sua organização, mas querê-lo como a um ente indissociável de nossa vida... Ora, o Parque da Cidade pulsa no imaginário brasiliense como um lugar ensolarado, grandiloqüente, de encontro para quaisquer Eduardos e Mônicas, de desordem também, mas de liberdade, sempre. O Parque Olhos D’água, na sua singeleza, preciosidade e ordem, merece uma crônica apenas sua.
Enfim, não vamos nos prender em comparações sem sentido enquanto podemos reavivar nossa percepção sobre os detalhes pequenos mas deliciosos do Parque da Cidade: a monumental Praça das Fontes, repleta de cores estupendas que poucos enxergam; o Nicolândia –, outro parque dentro do Parque! Porém sem o significado histórico do outro, que lhe é vizinho –, cuja melhor apresentação é à noite, quando ele tirita luzinhas vívidas. É também uma experiência esclarecedora sobre a capital pegar carona na roda gigante e vislumbrar os verdes, brancos e vermelhos salpicados em toda cidade, até o horizonte.
Os bambus que se avolumam e cercam a parte leste do Parque... Quando era pequena eu não me atrevia a me embrenhar naquele verde, temendo sei lá o quê. Para mim esse sempre foi um lugar incógnito, uma divisa entre a exaltação da vida no Parque da Cidade e o respeito à morte no Campo da Esperança. Já adolescente, um amigo praticante no Candomblé me disse:
— Iansã reina no Parque da Cidade, os bambus de lá mostram isso, além dos tantos raios que caem ali!
É, o Parque é abrigo para qualquer opinião, não importa se é dia ou noite, céu de brigadeiro ou tempestade. Ele é refúgio até mesmo para os que buscam prazer imediato e sem compromisso... Recordando de outro colega, esse me confessou que costumava freqüentar os estacionamentos do Parque, na hora do almoço, para encontros furtivos, e me afirmou que essa era a rotina de muitos outros trabalhadores.
Parece que o fato de ser psicóloga estimula algumas pessoas próximas a me terem como uma ouvinte segura e imparcial... Isso, porém, é outra história. E por favor, não me questione maiores detalhes sobre aquela estória.
Voltando ao nosso assunto, termino este texto lembrando dos almoços e churrascos de fim de semana, e daquela vista estupenda que se tem de quase toda a Asa Sul, e além, ornada de prédios aqui e matas lá, com o chamariz que é a pirâmide do Templo da Boa Vontade logo ali... Se você não souber onde fica esse mirante, explore mais o Parque da Cidade de Brasília!
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Imagens da Inclusão - P.C. Air
Assista este sensível comercial da P.C. Air, empresa de aviação tailandesa que emprega comissárias de bordo transexuais (clique aqui).
Respeito à dignidade humana e da valorização da diversidade por meio da inclusão no mercado de trabalho!
A Ética que Não se Ensina na Universidade

"Hoje há no Brasil cientistas fraudadores que passam em concursos públicos com artigos plagiados e que não perdem o posto mesmo depois dos trabalhos serem retratados. E quando se fala sobre isso, a academia tende a se enfurecer".
Abaixo segue matéria do Blog de Ciência da Folha de São Paulo, reflexão fundamental para que a meritocracia prevaleça no Ensino Superior.
A ética que não se ensina na universidade
Sabine Righetti
Voltei das férias “com a botina”, como se diz em uma das minhas terras. No primeiro dia já viajei para Rodes, na Grécia, onde estou acompanhando a quinta edição do World Universities Forum.
O fato de a conferência acontecer na Grécia, país que está afundando em uma crise econômica nunca vista por aqui, traz um tempero amargo à discussão. A começar pela observação de que há apenas um especialista grego dentre os cerca de 60 experts de todo o mundo que estão por aqui. “Isso é sinal da crise”, disse o reitor da Universidade do Egeu (em grego, pois ele não fala inglês). Bom, mas escreverei sobre a situação do ensino superior da Grécia depois. Aguardem!
O que quero dividir com vocês agora é um debate que tem aparecido em quase todas as sessões da conferência: o ensino de ética aos alunos de graduação e de pós-graduação de universidades públicas e privadas.
Chamo atenção ao debate porque o tema pipocou nos corredores acadêmicos do Brasil no ano passado, especialmente depois de uma série de reportagens feita pela Folha de S.Paulo sobre plágio e fraude científica nas principais universidades do país (veja algumas ao final desse texto).
O assunto chegou às agências de fomento, que lançaram seus respectivos manuais de ética no segundo semestre do ano passado -- primeiro a Fapesp (veja aqui) e depois o CNPq (e aqui).
Glaucius Oliva, presidente do CNPq, chegou a mencionar que “obrigaria” os programas de pós a terem cursos de ética. Seria mais ou menos assim: o programa que não tivesse uma disciplina de ética não receberia bolsas do CNPq. Mas a proposta ainda não saiu do papel, talvez porque as universidades, autônomas, reagiriam mal à obrigatoriedade do ensino. Oliva mexeria em um vespeiro...
Mas, de acordo com Michael Friedman, da Universidade de Michigan, que está aqui na conferência, a ética na pesquisa científica deve ser, sim, ensinada na universidade. Ele é especialista no assunto e falou por mais de uma hora sobre ética na ciência.
Recomendações
Friedman definiu que ensinar “ética” é passar aos alunos alguns “guidelines” de como a atividade científica deve ser feita. Isso não tem nada a ver com o ensino de moral, que tem base na crença de um conceito (por exemplo, a moral cristã). A formação da moral está diretamente ligadas às influências que a pessoa recebe ao longo da vida, da família, amigos e também da imprensa. Mas ética deve ser ensinada.
“E aprender ética na ciência significa agir de maneira ética?”, perguntei ao Friedman. Não. A simples disciplina de ética não garantiria cientistas que não fazem fraudes nas nossas universidades. Mas evitaria o “eu não sabia que não podia copiar a tese do meu colega” e possibilitaria a criação de sistemas de punição aos fraudadores.
Hoje há no Brasil cientistas fraudadores que passam em concursos públicos com artigos plagiados e que não perdem o posto mesmo depois dos trabalhos serem retratados. E quando se fala sobre isso, a academia tende a se enfurecer. “Por que vocês não escrevem sobre o que a ciência tem de bom?”, perguntaram-me uma vez. Talvez porque a ciência não tenha apenas coisas boas...
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
1º Festival Internacional de Artes de Brasília

De 4 de janeiro até 12 de fevereiro será realizado o 1º Festival Internacional de Artes de Brasília, em vários locais. A entrada é franca.
O evento, denominado FestArte, tem como objetivos ampliar as opções de cultura e lazer da população, estimular o mercado cultural local, e promover intercâmbio com outras cidades e países.
Abrangendo atrações nas áres de Artes Plásticas, Dança, Música, Teatro e Circo, o Festival contará com a participação do Circo da China (10/02), de Lia de Itamaracá (26/01), de Vanessa da Mata (27/01), Milton Nascimento (19/01), Ney Matogrosso (data a definir), Gilberto Gil (data a definir) e Paulinho da Viola (04/01).
Maiores informações no Blog do FestArte (clique aqui).
O colega Jefferson Higino Dantas, do Conselho Regional de Biblioteconomia, gentilmente cedeu a programação completa, que está faltando no blog mencionado. Leia abaixo:
I FESTIVAL INTERNACIONAL DE ARTES DE BRASÍLIA - PROGRAMAÇÃO
04 de janeiro - (Quarta-feira)
18h Abertura da Mostra IMAGENS DO ORIENTE, Cine Brasília
19h Abertura da Exposição MEMÓRIA DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA - 1956 – 1960, Mezanino do Teatro Nacional
20h Show do Grupo CHORO LIVRE (BSB)
Show ACÚSTICO MTV COM, PAULINHO DA VIOLA (RJ), Sala Villa Lobos do Teatro Nacional
05 de janeiro - (Quinta-feira)
20h Mostra IMAGENS DO ORIENTE, Cine Brasília
21h Apresentação do violonista JORGE OZIRES FERNANDEZ (México), Sala Martins Penna do Teatro Nacional
06 de janeiro - (Sexta-feira)
20h Mostra IMAGENS DO ORIENTE, Cine Brasília
21h Espetáculo de dança RETRATO (BSB)
Espetáculo de dança FAÇA ALGUM BARULHO (BH), Sala Martins Penna do Teatro Nacional
20h Show do cantor ZELITO PASSOS (BSB)
Show JURAILDES DA CRUZ (TO), Sala Villa Lobos do Teatro Nacional
07 de janeiro - (Sábado)
20h Mostra IMAGENS DO ORIENTE, Cine Brasília
21h Espetáculo CRÚ (BSB), Sala Martins Penna do Teatro Nacional
08 de janeiro - (Domingo)
16h Espetáculo O ROMANCE DO VAQUEIRO BENEDITO - Cia Mamulengo Presepada (BSB), Sala Martins Penna do Teatro Nacional
20h Mostra IMAGENS DO ORIENTE, Cine Brasília
10 de janeiro - (Terça-feira)
20h Show ELLEN OLERIA E A BANDA PRET.UTU (BSB)
Show CONCERTO DE CORDAS - GILBERTO GIL (Bahia), na Sala Villa Lobos do Teatro Nacional
21h Apresentação do 34º CIVEBRA - Sala Martins Penna do Teatro Nacional
11 de janeiro – (Quarta-feira)
21h Apresentação do 34º CIVEBRA - Sala Martins Penna do Teatro Nacional
12 de janeiro - (Quinta-feira)
20h Mostra DE BERGMAN AO MODERNO CINEMA SUECO – Cine Brasília
21h Apresentação da ORQUESTRA SINFÔNICA DO 34º CIVEBRA (BSB) - Sala Vila Lobos do Teatro Nacional
21h Concerto do pianista CARLOS GUERREROS (Espanha), Sala Martins Penna do Teatro Nacional
13 de janeiro - (Sexta-feira)
20h Mostra DE BERGMAN AO MODERNO CINEMA SUECO, Cine Brasília
20h Show de ROSE MARIA (BSB)
ITEBERÊ ORQUESTRA FAMILIA (RJ), Sala Vila Lobos do Teatro Nacional
21h Concerto da OPERETA CAIPIRA (GO), Sala Martins Penna do Teatro Nacional
14 de janeiro - (Sábado)
20h Mostra DE BERGMAN AO MODERNO CINEMA SUECO – Cine Brasília
21h Apresentação BANDA SINFÔNICA DO 34º CIVEBRA (BSB), Sala Vila Lobos do Teatro Nacional
21h Show ITEBERÊ ORQUESTRA FAMILIA (RJ), São Sebastião
15 de janeiro - (Domingo)
20h Mostra DE BERGMAN AO MODERNO CINEMA SUECO – Cine Brasília
20h Apresentação do 34º CIVEBRA - Sala Martins Penna do Teatro Nacional
16 de janeiro – (Segunda-feira)
19h Apresentação do 34º CIVEBRA - Sala Martins Penna do Teatro Nacional
21h Apresentação do 34º CIVEBRA - Sala Vila Lobos do Teatro Nacional
17 de janeiro - (Terça-feira)
21h Apresentação do Palco Popular do 34º CIVEBRA - Sala Vila Lobos do Teatro Nacional
18 de janeiro – (Quarta-feira)
19h Espetáculo O MENINO QUE VENDIA PALAVRAS (RJ) - Sala Martins Penna do Teatro Nacional
20h Show de ANA DONIZETE (BSB) e
Show do TRIO CORRENTE (SP) - Sala Vila Lobos do Teatro Nacional
19 de janeiro - (Quinta-feira)
19h Espetáculo O MENINO QUE VENDIA PALAVRAS (RJ) - Sala Martins Penna do Teatro Nacional
20h Mostra RETROSPECTIVA BRASÍLIA 2011 – Cine Brasília
20h Show de JAIME ERNEST DIAS (BSB) e
Show da MILTON NASCIMENTO (MG) Sala Vila Lobos do Teatro Nacional
20 de janeiro - (Sexta-feira)
20h Mostra RETROSPECTIVA BRASÍLIA 2011- Cine Brasília
20h Show da BANDA HO ONO BECK (BSB)
Show da BANDA VANGUARD (MS) - Sala Villa Lobos do Teatro Nacional
21 de janeiro - (Sábado)
20h Mostra RETROSPECTIVA BRASÍLIA 2011- Cine Brasília
20h Concerto de Encerramento 34º CIVEBRA – Sala Villa Lobos do Teatro Nacional
21h Show
Show da BANDA VANGUARD (MS) – Anfiteatro do Estádio Bezerrão
22 de janeiro – (Domingo)
20h Mostra RETROSPECTIVA BRASÍLIA 2011-Cine Brasília
20h Show de GOG (BSB) e
Show do BERIMBROWN (BH) - Sala Vila Lobos do Teatro Nacional
24 de janeiro – (Terça-feira)
20h Mostra CCBB EM CARTAZ: RETROSPECTIVA LARS VON TRIER – Cine Brasília
21h Espetáculo R&J DE SHAKEPEARE JUVENTUDE INTERROMPIDA (RJ) - Sala Martins Penna do Teatro Nacional
25 de janeiro – (Quarta-feira)
20h Mostra CCBB EM CARTAZ: RETROSPECTIVA LARS VON TRIER – Cine Brasília
18h Espetáculo R&J DE SHAKEPEARE JUVENTUDE INTERROMPIDA (RJ) - Sala Martins Penna do Teatro Nacional
21h Espetáculo R&J DE SHAKEPEARE JUVENTUDE INTERROMPIDA (RJ) - Sala Martins Penna do Teatro Nacional
26 de janeiro – (Quinta-feira)
20h Mostra CCBB EM CARTAZ: RETROSPECTIVA LARS VON TRIER – Cine Brasília
20h Show de MAMBEBRICANTES (BSB)
Show do LIA DE ITAMARACÁ (PE) - Sala Vila Lobos do Teatro Nacional
27 de janeiro – (Sexta-feira)
20h Mostra CCBB EM CARTAZ: RETROSPECTIVA LARS VON TRIER – Cine Brasília
20h Show de RENATA JAMBEIRO (BSB)
Show de VANESSA DA MATA (MT) - Sala Vila Lobos do Teatro Nacional
21h Show de LUZ DO SAMBA (BSB)
Show de LIA DE ITAMARACÁ (PE) – Ginásio de Sobradinho
28 de janeiro – (Sábado)
20h Mostra CCBB EM CARTAZ: RETROSPECTIVA LARS VON TRIER – Cine Brasília
20h Show de (BSB)
Show de VANESSA DA MATA - Taguatinga
29 de janeiro – (Domingo)
20h Mostra CCBB EM CARTAZ: RETROSPECTIVA LARS VON TRIER – Cine Brasília
16h Espetáculo NÓS NO BAMBU (BSB) Sala Martins Penna do Teatro Nacional
20h Espetáculo NÓS NO BAMBU (BSB) Sala Martins Penna do Teatro Nacional
01 de fevereiro – (Quarta-feira)
20h Mostra CCBB EM CARTAZ: RETROSPECTIVA LARS VON TRIER – Cine Brasília
21h Espetáculo de dança BUQUÊ – AS MARGARIDAS (BSB) - Sala Martins Penna do Teatro Nacional
02 de fevereiro – (Quinta-feira)
20h Mostra CCBB EM CARTAZ: RETROSPECTIVA LARS VON TRIER – Cine Brasília
21h Espetáculo de dança MÁQUINA HAMLET FISTED (BSB) – COMPANHIA TAANTETRO (SP) - Sala Martins Penna do Teatro Nacional
03 de fevereiro – (sexta-feira)
20h Mostra CCBB EM CARTAZ: RETROSPECTIVA LARS VON TRIER – Cine Brasília
21h Espetáculo de dança QUALQUER COISA A GENTE MUDA – ANGEL VIANA e MARIA ALICE (RJ) - Sala Martins Penna do Teatro Nacional
04 de fevereiro – (sábado)
20h Mostra CCBB EM CARTAZ: RETROSPECTIVA LARS VON TRIER – Cine Brasília
21h Espetáculo de dança QUALQUER COISA A GENTE MUDA – ANGEL VIANA e MARIA ALICE (RJ) - Sala Martins Penna do Teatro Nacional
05 de fevereiro – (domingo)
16h Espetáculo O MARAJÁ SONHADOR – Eliana Carneiro (BSB) - Sala Martins Penna do Teatro Nacional
20h Mostra CCBB EM CARTAZ: RETROSPECTIVA LARS VON TRIER – Cine Brasília
20h Show de CRIS MACIEL (BSB) e
Show de PEDRO MARIANO (SP) - Sala Vila Lobos do Teatro Nacional
10 de fevereiro – (Sexta-feira)
20h Apresentação do CIRCO DA CHINA – Sala Vila Lobos do Teatro Nacional
11 de fevereiro – (Sábado)
20h Show de CACAI NUNES (BSB)
Show de ROBERTO CORREIA (BSB) - Sala Vila Lobos do Teatro Nacional
21h Espetáculo HEROIS CAMINHO DO VENTO (BSB) - Sala Martins Penna do Teatro Nacional
12 de fevereiro- (Domingo)
16h Espetáculo O CANO – GRUPO UDI GRUDE (BSB) - Sala Martins Penna do Teatro Nacional
20h Show de
Show da cantora LUIZA POSSI (SP) - Sala Vila Lobos do Teatro Nacional

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Entrevistas de Trabalho Bizarras

O site G1 acaba de divulgar perguntas entranhas feitas em entrevistas de emprego, e coletadas por uma comunidade de empregos e carreiras dos Estados Unidos. Dentre elas, constam (nome da empresa em parêntesis):
Quantas pessoas estão usando o Facebook em San Francisco às 14h30 de uma sexta-feira? (Google)
Você só precisa me entreter por 5 minutos, eu não vou falar. (Acosta)
Se os alemães foram o povo mais alto do mundo, como você poderia provar isso? (Hewlett-Packard)
O que você acha dos anões de jardim? (Trader Joe’s)
A sua nota média anual na faculdade reflete seu potencial? (Advisory Board)
Será que Mahatma Gandhi seria um bom engenheiro de software? (Deloitte)
Se você pudesse ser o empregado nº 1 e todos os seus colegas não gostassem de você ou você poderia ser o 15º e todos gostassem de você. Qual você escolheria? (ADP)
Como você acabaria com a fome no mundo? (Amazon.com)
Quarto, mesa e carro, qual você limparia primeiro? (Pinkberry)
A vida te fascina? (Ernest & Young)
Há também as perguntas comuns e que, felizmente, fazem sentido, como:
Quais são seus pontos fortes?
Quais são seus pontos fracos?
Por que você está interessado em trabalhar nesta empresa?
Onde você se vê em 5 anos ou 10 anos?
Por que você quer deixar sua empresa atual?
Por que houve uma lacuna no seu emprego entre esse período?
O que você pode oferecer que outro candidato não pode?
Quais são as três coisas que o seu ex-gerente gostaria que você melhorasse?
Você está disposto a se mudar?
Você está disposto a viajar?
Há teorias para tudo, das mais sólidas às esotéricas. Lamentavelmente, no mundo de hoje, "desencantado" porém confuso sob uma quantidade extraordinária de informações, por vezes instituições são levadas pelas teorias mais atrativas, porém frágeis, e não pela mais razoáveis, porém difíceis.
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