segunda-feira, 17 de março de 2014

Geração Nem-Nem


GERAÇÃO "NEM-NEM" CRESCE NO BRASIL E NO MUNDO

Participei de um debate, no programa 3 a 1, da TV Brasil, representando o Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federal - CRP-01, sobre a chamada "geração nem-nem", composta por jovens que nem trabalham e nem estudam:

"Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 9,6 milhões de jovens entre 15 e 29 não tinham ocupação e nem frequentaram sala de aula em 2012.

Conforme a Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar (Pnad), feita naquele ano, um em cada cinco naquela faixa etária estavam sem atividade (19,6%). Na faixa de 18 a 24 anos, a proporção é maior: um de cada quatro jovens não tinham emprego e não estava na escola ou na universidade (23,4%).

Este comportamento tem crescido não só no Brasil, mas no mundo inteiro. Um estudo recente da Organização Internacional do Trabalho mostra que a parcela dos jovens "nem-nem" cresceu em 30 de 40 países. Na Irlanda e na Espanha, por exemplo, isso significa que 20% dos jovens estão nessa condição" (Fonte: Programa 3 a 1).

Acesse o vídeo do debate clicando AQUI.

Luto pelo colega de trabalho CLÁUDIO


Em luto pelo falecimento do colega de trabalho e pessoa muito querida,

LUIZ CLÁUDIO FERREIRA BARBOSA,

O CLÁUDIO.

Meus pêsames e sentimentos aos familiares e amigos.

quinta-feira, 13 de março de 2014

50 Anos Hoje - Comício na Central do Brasil


Acervo do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea - CPDOC da Fundação Getúlio Vargas - Rio.

domingo, 9 de março de 2014

97% dos Brasileiros Assiste TV, 65% Todo Santo Dia


Recomendo a leitura da coluna de hoje da ombudskivina da Folha de São Paulo, Suzana Singer, sobre os resultados de uma pesquisa recente, feita pelo Governo Federal, sobre os hábitos brasileiros de consumo de informações advindas dos meios de comunicação.

A pesquisa é interessante porque evidencia o tremendo impacto da televisão, com destaque para a tradicional força da Rede Globo de Televisão e da emergente Record, na formação de opiniões e na reprodução da cultura. Clique na legenda abaixo para ler a coluna:


P.S.: Os blogs são considerados os meios de comunicação menos confiáveis pelos brasileiros (risos).

sábado, 8 de março de 2014

Mulheres, Psicólogas

Mulheres, Psicólogas

Notícia do Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federalhttp://crp-01.org.br/index.php?area=noticias&acao=ler&id=357

Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federal lança, neste sábado, o site MULHERES, PSICÓLOGAS!


Plataforma inaugura a nova identidade visual do CRP-01

Como parte das ações comemorativas pelo Dia Internacional da Mulher, o Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federal (CRP-01) lança neste sábado (08) o site "Mulheres, Psicólogas", que se propõe a promover o respeito à diversidade e à autonomia de mulheres, enfrentando violências sexistas, além de oferecer visibilidade ao protagonismo de mulheres e de psicólogas cuja participação ativa na formulação e desenvolvimento de políticas faz avançar a cidadania e a Psicologia com compromisso social. As fotos que abrem o site representam a psicóloga do Distrito Federal, com seus distintos fazeres e saberes. Assim, o CRP-01 convida todas para participarem dessa permanente construção enviando sua foto, nome e área de atuação para compor este espaço feito especialmente para você mulher, psicóloga. Periodicamente, as fotos serão alternadas, mostrando também toda diversidade e dinamismo da profissão.

O lançamento inaugura também a nova identidade visual do CRP-01, que traz em sua marca os compromissos de diálogo, ação, presença, respeito e reconhecimento deste conselho profissional. Para enfatizar a presença regional, o logotipo se remete à arte de Athos Bulcão, com referência aos seus famosos azulejos, aqui representados pelo símbolo da Psicologia e o traçado de Brasília, que aparece também nas curvas que compõem a sigla da autarquia. Para a conselheira presidente Cynthia Ciarallo, “reafirmamos com esta marca um novo tempo para a Psicologia no DF, referenciada na arte de traçados leves e planejados, matizada por cores que simbolizam a luta, a militância, o enfrentamento a desigualdades, especialmente se tratando de uma profissão que traz em sua história as histórias de tantas e diversas”.

Com a nova página, o CRP-01 inicia um novo projeto de comunicação com a categoria, governo e sociedade. O site oficial da autarquia vai aos poucos se configurando como portal de informações, o que requer alguns procedimentos de transição. A partir deste sábado, quem acessar o site oficial do CRP-01 será redirecionado para uma página de entrada onde será possível confirmar se deseja consultar a página principal do portal do CRP-01 – ainda com a antiga identidade visual – ou um dos sites vinculados.

Posicionamento. Proximidade. Agilidade. Atualidade. Transparência. O 14º Plenário do CRP-01 mantém o compromisso firmado com a Psicologia.

Visite o site MULHERES, PSICÓLOGAS: http://www.crp-01.org.br/mulheres-psicologas

quarta-feira, 5 de março de 2014

Referências sobre Lutas Feministas e Movimentos de Mulheres

Fonte da imagem aqui.


Abaixo indico uma breve lista de referências bibliográficas, algumas disponíveis na internet, para quem quiser se aprofundar em discussões sobre lutas feministas e movimentos de mulheres, com destaque para contribuições de psicólogas:


Bairros, L. (1995). Nossos feminismos revisitados. Estudos Feministas, 3(2), 458-463.

Bandeira, L. (2009). Três décadas de resistência feminista contra o sexismo e a violência feminina no Brasil: 1976 a 2006. Sociedade e Estado, 24(2), 401-438.

Bem, S. L. (1993). The lenses of gender. New Haven: Yale University.

Bento, B. (2006). A reinvenção do corpo. Rio de Janeiro: Garamond Universitária.

Bento, B. (2011). Politizar o abjeto: dos femininos aos feminismos. In B. Medrado & W. Galindo (Orgs.), Psicologia social e seus movimentos: 30 anos de ABRAPSO. Recife: Editora Universitária da UFPE.

Butler, J. (2003). Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.

Carneiro, S. (2003). Mulheres em movimento. Estudos Avançados, 17(49), 117-133.

Carneiro, S. (2011). Enegrecer o feminismo: a situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero. São Paulo: Geledés. Em http://www.geledes.org.br/em-debate/sueli-carneiro/17473-sueli-carneiro-enegrecer-o-feminismo-a-situacao-da-mulher-negra-na-america-latina-a-partir-de-uma-perspectiva-de-genero

Castro, A. E. F., & Yamamoto, O. H. (1998). A Psicologia como profissão feminina: apontamentos para estudo. Estudos de Psicologia, 3(1), 147-158.

Christian, B. (1994). Diminishing returns: can black feminism(s) survive the academy?. In: Goldberg, David Theo (Org.), Multiculturalism: A critical reader. Cambridge: Basil Blackwell.

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Crawford, M., & Unger, R. K. (2004). Women and gender – a feminist psychology. New York: McGraw-Hill.

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Galinkin, A. L., & Santos, C. (2010). Gênero e psicologia social: interfaces. Brasília: Technopolitik.

Galinkin, A. L., & Santos, C., & Zauli-Fellows, A. (2010). Estudos de gênero na psicologia social. In Galinkin, A. L., & Santos, C. (Orgs.), Gênero e psicologia social: interfaces. Brasília: Technopolitik.

Gomes, N. L. (1995). A mulher negra que vi de perto: O processo de construção da identidade racial de professoras negras. Belo Horizonte, Mazza.

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Jesus, J. G. (2012a) A negação do corpo feminino. Mídia & Política, 2, 1-3. Em http://www.midiaepolitica.unb.br/index.php?option=com_content&view=article&id=85:a-negacao-do-corpo-feminino&catid=14:edicao-022012

Jesus, J. G. (2012b). Psicologia social e movimentos sociais: uma revisão contextualizada. Psicologia e Saber Social, 1(2), 163-186. Em http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/psi-sabersocial/article/view/4897

Jesus, J. G. (2012c) Orientações sobre identidade de gênero: conceitos e termos. Em http://www.sertao.ufg.br/pages/42117

Kidwell, C. B. & Steele, V. (1989). Men and women: dressing the part. Washington: Smithsonian Institution Press.

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Perucchi, J. (2009). Dos estudos de gênero às teorias queer: desdobramentos do feminismo e do movimento LGBT na psicologia social. Anais do Encontro Nacional da Associação Brasileira de Psicologia Social. Maceió. Em http://abrapso.org.br/siteprincipal/images/Anais_XVENABRAPSO/627.%20dos%20estudos%20de%20g%CAnero%20%C0s%20teorias%20queer.pdf

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Spillers, H. (1987). Mama´s baby, papa´s maybe: an american grammar book. Diacritics, 17(2), 65-81.

Strey, M. N (2002). Gênero. In M. G. C. Jacques, M. N. Strey, N. M. G. Bernardes, P. A. Guareschi, S. A. Carlos & T. M. G. Fonseca (Orgs.), Psicologia social contemporânea. Petrópolis: Vozes.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Anos de Escravidão, Anos de Luta

Luiz Gama, "advogado dos pobres, libertador dos negros".


Para quem se emocionou ou se emocionará com a terrível história contada no filme 12 Anos de Escravidão, vencedor do Oscar 2014, baseada na autobiografia do músico Solomon Northup (cujo livro está disponível nas livrarias), recomendo também a leitura da "Carta de Luiz Gama a Lúcio de Mendonça", na qual o grande abolicionista relata brevemente a odisseia de sua vida difícil, intensa, extraordinária e apaixonante!


Recomendo a todas e todos que se aprofundem, por meio de outras fontes, na história desse brasileiro espetacular. Uma delas é o site do Instituto Luiz Gama.