Um marco de divulgação científica e ativismo intelectual, do qual me orgulho:
O meu e-book "Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos", SUPEROU AS OITO MIL LEITURAS, somente no site ResearchGate! 😀
Ele foi publicado originalmente em 2012, na página do Ser-Tão - Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gênero e Sexualidade da Universidade Federal de Goiás: https://www.sertao.ufg.br/n/42117-orientacoes-sobre-identidade-de-genero-conceitos-e-termos
Lugar para percepções, ideias e análises a partir de uma visão pessoal, científica e profissional: uma janela, da minha perspectiva, para o mundo. ~o~ Place for perceptions, ideas and analysis from a personal, scientific and professional view: a window, from my perspective, to the world.
terça-feira, 25 de julho de 2017
quarta-feira, 12 de julho de 2017
Minhas participações na 15ª FLIP - Festa Literária Internacional de Paraty
Dia 29 de julho, sábado, terei agenda intensa e riquíssima durante a XV FLIP:
Beijas de sororidade!
😘
*¹ Conheça o "Homofobia: Identificar e Prevenir" em http://www.metanoiaeditora.com/loja/index.php…
*² Conheça o "Transfeminismo: Teorias e Práticas em http://www.metanoiaeditora.com/loja/index.php…
*² Conheça o "Transfeminismo: Teorias e Práticas em http://www.metanoiaeditora.com/loja/index.php…
terça-feira, 11 de julho de 2017
O EUTIVISMO
Tenho questionado, em diferentes fóruns e capacitações Brasil afora, algo que chamo de "eutivismo".
O que é isso? Qual é o problema?
Sinto que houve uma transição comportamental intensa, desde a transição dos novos movimentos sociais - coletivos de base identitária - para os "novíssimos": uma hiper-individualização, senão personalização, da natureza e prática militante.
Faltam ações coletivas que sejam articuladas, no campo dos embates ideológicos e de poder, em termos de políticas públicas.
Sobram louváveis e importantes exposições de posicionamentos pessoais sobre temas relevantes, nas redes sociais e em eventos mil. Que porém ficam só nesse nível - o de escrevinhadores e figuras populares automaticamente intituladas como "ativistas".
Eu compreendo. É uma consequência - também - da Sociedade do Espetáculo em que vivemos. Porém me preocupa esse eutivismo, estruturalmente, por estar deslocando o eixo dos movimentos sociais para o dos "porta-vozes sociais", espécie de salvadores da pátria ou bodes expiatórios da preguiça intelectual e alienação política de terceiros, que detrás de seus celulares, nestes depositam sua carga de pensamentos, críticas, iniciativas, organização em torno de um coletivo propositivo.
Outro ponto preocupante, para esta chata que vos escreve, é o "opinativismo" associado a essa figura pública, cujas curtas postagens são mais lidas do que textos mais extensos, que aprofundam a discussão em pauta e a contextualizam historicamente.
A sanha por falar o que se pensa e marcar posição virtualmente, a todo custo, sem aprofundamento teórico e referenciação a quem já pensou ou está refletindo sobre o que tema X ou Y, tem gerado articulistas que mimeografam seus diários para centenas ou milhares de leitores, o que não é ruim por si só (traz para o campo concreto discussões relevantes), mas que tem sido trabalhado sem amadurecimento - por vezes se configura como um ti-ti-ti pretensioso que só arranha a superfície do seu objeto de análise.
Sim, eu sei que estou parecendo rabugenta para alguns, mas considero necessário. E afirmo: os eutivistas do mundo virtual - e do físico - não estão se dando o tempo e a concentração necessários de leitura, para formularem pensamentos e proposições que cheguem a fundo nos porquês e indiquem caminhos possíveis.
O que é isso? Qual é o problema?
Sinto que houve uma transição comportamental intensa, desde a transição dos novos movimentos sociais - coletivos de base identitária - para os "novíssimos": uma hiper-individualização, senão personalização, da natureza e prática militante.
Faltam ações coletivas que sejam articuladas, no campo dos embates ideológicos e de poder, em termos de políticas públicas.
Sobram louváveis e importantes exposições de posicionamentos pessoais sobre temas relevantes, nas redes sociais e em eventos mil. Que porém ficam só nesse nível - o de escrevinhadores e figuras populares automaticamente intituladas como "ativistas".
Eu compreendo. É uma consequência - também - da Sociedade do Espetáculo em que vivemos. Porém me preocupa esse eutivismo, estruturalmente, por estar deslocando o eixo dos movimentos sociais para o dos "porta-vozes sociais", espécie de salvadores da pátria ou bodes expiatórios da preguiça intelectual e alienação política de terceiros, que detrás de seus celulares, nestes depositam sua carga de pensamentos, críticas, iniciativas, organização em torno de um coletivo propositivo.
Outro ponto preocupante, para esta chata que vos escreve, é o "opinativismo" associado a essa figura pública, cujas curtas postagens são mais lidas do que textos mais extensos, que aprofundam a discussão em pauta e a contextualizam historicamente.
A sanha por falar o que se pensa e marcar posição virtualmente, a todo custo, sem aprofundamento teórico e referenciação a quem já pensou ou está refletindo sobre o que tema X ou Y, tem gerado articulistas que mimeografam seus diários para centenas ou milhares de leitores, o que não é ruim por si só (traz para o campo concreto discussões relevantes), mas que tem sido trabalhado sem amadurecimento - por vezes se configura como um ti-ti-ti pretensioso que só arranha a superfície do seu objeto de análise.
Sim, eu sei que estou parecendo rabugenta para alguns, mas considero necessário. E afirmo: os eutivistas do mundo virtual - e do físico - não estão se dando o tempo e a concentração necessários de leitura, para formularem pensamentos e proposições que cheguem a fundo nos porquês e indiquem caminhos possíveis.
terça-feira, 6 de junho de 2017
Símbolo das pessoas Cis Aliadas de pessoas Trans
Autoria: Transgender Graphics. 26 de junho de 2014.
Para quem não sabe, Cis, ou Cisgênero, é toda pessoa que não é Trans, ou Transgênero.
Ou seja, denomina-se Cis a pessoa que se identifica com o gênero
que lhe foi atribuído ao nascimento.
Ao contrário da pessoa trans, que não se identifica com esse gênero atribuído.
que lhe foi atribuído ao nascimento.
Ao contrário da pessoa trans, que não se identifica com esse gênero atribuído.
terça-feira, 30 de maio de 2017
#Esefosse com Você?
Nesta quarta-feira participarei de evento do UNAIDS que objetiva promover diálogos questionadores sobre responsabilidade social, o papel de cada um e sobre como iremos conseguir frear as novas infecções pelo HIV:
sábado, 27 de maio de 2017
Conferência de Encerramento do Curso "Feministas nas Trincheiras da Resistência"
Margarida Pressburger (Foto: Pablo Vergara).
Feministas que enfrentaram a ditadura civil-militar de 1964
Conferencista: Margarida Pressburger
Data: 31 de maio, quarta-feira, das 17h às 19h.
Local: IFRJ Campus Belford Roxo, Av. Joaquim da Costa Lima, 2971, Belford Roxo/RJ
Quem é Margarida Pressburger?
Membro do Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU), foi representante do Brasil no Subcomitê de Prevenção à Tortura das Nações Unidas, presidente da Comissão de Direitos Humanos do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subsecretária de Políticas para Mulheres do Estado do Rio de Janeiro e presidente do Conselho Estadual da Mulher.
Telefone: (21) 3293-6078
Site: http://www.facebook.com/cursofeministas
domingo, 14 de maio de 2017
Sobre o 13 de maio:
Indico a leitura do meu artigo OLIVEIRA SILVEIRA NA UNB: MEMÓRIA COLETIVA E POLÍTICAS DE INCLUSÃO RACIAL, publicado em 2014 na Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros - ABPN.
Nele, eu discuto a construção da memória coletiva do 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, e proponho uma reflexão mais estratégica sobre a importância de nos apropriarmos do 13 de maio, como um momento para retomar o protagonismo negro para a abolição da escravatura:
http://abpn.org.br/revista/index.php/revistaabpn1/article/view/112/109
Nele, eu discuto a construção da memória coletiva do 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, e proponho uma reflexão mais estratégica sobre a importância de nos apropriarmos do 13 de maio, como um momento para retomar o protagonismo negro para a abolição da escravatura:
http://abpn.org.br/revista/index.php/revistaabpn1/article/view/112/109
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