domingo, 30 de dezembro de 2012

A Medicina reconheceu a obsessão espiritual? Não.

Tem gente propagando aos sete ventos virtuais que "A Medicina reconheceu a obsessão espiritual", isso porque, na Classificação Internacional de Doenças, CID 10, consta o item F44.3 - Estados de transe e de possessão...
Vamos aos fatos. Segue a íntegra da definição dada pelo CID 10:
"F44.3 Estados de transe e de possessão Transtornos caracterizados por uma perda transitória da consciência de sua própria identidade, associada a uma conservação perfeita da consciência do meio ambiente. Devem aqui ser incluídos somente os estados de transe involuntários e não desejados, excluídos aqueles de situações admitidas no contexto cultural ou religioso do sujeito.
Exclui:
esquizofrenia (F20.-)
intoxicação por uma substância psicoativa (F10-F19 com quarto caractere comum .0)
síndrome pós-traumática (F07.2)
transtorno(s):
· orgânico da personalidade (F07.0)
· psicóticos agudos e transitórios (F23.-)
".
Em suma, o F44.3 caracteriza um transe ocorrido fora do ambiente cultural ou religioso do sujeito. Entenda-se transe, no contexto do CID 10, como um distúrbio dissociativo dos pensamentos e comportamentos de origem psicológica, uma perda temporária do senso de personalidade. Em momento algum se afirma que exista algo como "obsessão espiritual".
Minha leitura dessa questão, como psicóloga social: na contemporaneidade, o discurso científico é apropriado por algumas pessoas para tentar justificar suas crenças religiosas ou míticas, sob uma base "racional".
Se antes do advento do discurso científico se dizia que algo ocorria exclusivamente porque Deus/deuses/espíritos queria/m que ocorresse, hoje, com o acúmulo do biopoder (leia Foucault), preserva-se o velho discurso dizendo que os fenômenos explicados pela bioquímica ou pela moderna psicologia são causados pela vontade de Deus/deuses/espíritos, e se busca que o discurso científico corrobore isso, o que não acontece.
Essa discussão sobre obsessão, com base nos argumentos utilizados, é superficial, porque se fundamenta apenas no uso dos termos "transe" e "obsessão", e não no conteúdo do que é defendido no texto do CID 10. O que algumas pessoas acreditam ser um transe ou uma obsessão causado/a por uma entidade espiritual, é "um transe ou uma obsessão" causado/a pelo uso de substâncias psicoativas ou por condições psicossociais específicas.
Recomendo assistir este vídeo engraçadíssimo, e instrutivo, sobre o assunto: https://www.youtube.com/watch?v=U-tt2oG5hhY
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37 comentários:

  1. Dra. Jaqueline, concordo que as manchetes dadas ao assunto inflam egos, dão munição a fanáticos e podem gerar ondas de "Eu não disse?!" e "Eu já sabia!".
    O vídeo recomendado pode até ser engraçado, mas não instrutivo, pois o rapaz o fez tão determinado a desmentir a notícia, que como eu disse, é superficial, que achou ter entendido o que leu para se aprofundar.
    Neste link, se puder ler tudo e sem preconceito, um pouco mais de informação sobre o assunto.
    http://www.terreirotioantonio.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=176:codigo-internacional-de-doencas-oms-inclui-influencia-dos-espiritos-medicina-reconhece-obsessao&catid=34:documentos&Itemid=55

    Detalhe: Não sou espírita nem adepto de algum culto em que ocorrem manifestações e/ou incorporações.

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    1. Sou espírita kardecista e a alma adoece sim. A obsessão espiritual é reconhecida sim pela OMS desde 1998. Claro que muitos não aceitaram e aqui mesmo vi modificado em algumas palavras o próprio Cid 10 f-44.3 omitindo algumas palavras.Mas isso é de esperar de muitos profissionais. Afinal estamos no começo dessa aceitação.

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  2. Querem aprender de verdade sem pseudos achismos, assistam: https://www.youtube.com/watch?v=reRP3Q6IHZw

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    1. Os achismos, mesmo de doutores, são um absurdo.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Gostaria de saber então, por qual razão a disciplina Medicina e Espiritualidade é obrigatória na Faculdade de Medicina da USP e ministrada por um professor Espírita!!!

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    1. Porque a mesma já é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde e tem muita gente contrária à isso. É ligada à espiritualidade e muitos de religiões diferentes não aceitam. Simples assim. Mas a alma adoece sim e por espíritos obsessões.

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    2. Por que muitos paises do mundo, inclusive universidades da Inglaterra, estudam o assunto. Não é o achimo de alguns doutores, cheios de preconceitos e limitações, que vai mudar isso.

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  5. Código Internacional de Doenças (OMS) inclui influência dos Espíritos - Medicina reconhece obsessão espiritual
    Por Dr. Sérgio Felipe de Oliveira*
    A obsessão espiritual como doença da alma, já é reconhecida pela Medicina. Em artigos anteriores, escrevi que a obsessão espiritual, na qualidade de doença da alma, ainda não era catalogada nos compêndios da Medicina, por esta se estruturar numa visão cartesiana, puramente organicista do Ser e, com isso, não levava em consideração a existência da alma, do espírito.
    No entanto, quero retificar, atualizar os leitores de meus artigos com essa informação, pois desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social. Antes, a OMS definia saúde como o estado de completo bem-estar biológico, psicológico e social do indivíduo e desconsiderava o bem estar espiritual, isto é, o sofrimento da alma; tinha, portanto, uma visão reducionista, organicista da natureza humana, não a vendo em sua totalidade: mente, corpo e espírito.
    Mas, após a data mencionada acima, ela passou a definir saúde como o estado de completo bem-estar do ser humano integral: biológico, psicológico e espiritual.
    Desta forma, a obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicina como possessão e estado de transe, que é um item do CID - Código Internacional de Doenças - que permite o diagnóstico da interferência espiritual Obsessora.
    O CID 10, item F.44.3 - define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou atuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença.
    Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença.
    Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto nos transtornos mentais psiquiátricos - nesse caso, seria uma doença, um transtorno dissociativo psicótico ou o que popularmente se chama de loucura bem como na interferência de um ser desencarnado, a Obsessão espiritual.
    Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios.


    O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria - DSM IV - alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura.


    Na Faculdade de Medicina DA USP, o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, que coordena a cadeira (HOJE OBRIGATÓRIA) de Medicina e Espiritualidade.
    Na Psicologia, Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas.
    Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas.
    Em minha prática clínica (também praticada por Ian Stevenson), a grande maioria dos pacientes, rotulados pelos psiquiatras de "psicóticos" por ouvirem vozes (clariaudiência) ou verem espíritos (clarividência), na verdade, são médiuns com desequilíbrio mediúnico e não com um desequilíbrio mental, psiquiátrico. (Muitos desses pacientes poderiam se curar a partir do momento que tivermos uma Medicina que leva em consideração o Ser Integral).
    Portanto, a obsessão espiritual como uma enfermidade da alma, merece ser estudada de forma séria e aprofundada para que possamos melhorar a qualidade de vida do enfermo.


    *Dr. Sérgio Felipe é médico psiquiatra que coordena a cadeira de Medicina e Espiritualidade na USP.
    (Fonte FEB: http://www.febnet.org.br/site/noticias.php?CodNoticia=903)

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    1. Há uma enorme tentativa de diminuir o conhecimento popular no Brasil. Com o crescimento das igrejas evangélicas houve uma grande inversão de valores e tentativa de diminuir e desmentir o conhecimento popular. Quando vejo uma pessoa com o titulo de doutor falar daquilo que não conhece, mesmo com um largo e importante currículo, fico pensando que as universidades brasileiras deveriam fazer uma avaliação dos cursos de doutorado e até dos cursos médicos para tirar a inquisição da Idade Media do currículo das faculdades brasileiras da área de saúde.

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  6. Dra. Jaqueline, sugiro que a Sra. Estude o Espiritismo para que possa entender o problema da obsessão do ponto de vista espírita.
    Atenciosamente,

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    1. Tenho que concordar não desmerecendo os entendimentos de Dra Jaqueline. Apenas esta com falta de informação.

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  7. O video citado como exemplo bem-humorado, é do Clarion, que se define com ATEU. Pelo que tenho percebido como terapeuta, ateus são pessoas que tentam ser autossuficientes e atribuir todas as obras da criação ao acaso, isso por si só já diz tudo sobre suas personalidades...

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  8. Só para complementar, vejam o que foi publicado da Revista Brasileira de Psiquiatria : http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-44462011000500004

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    1. Creio que; ou senhor não sabe o que é ateu, ou não ainda está por entender o significado das palavras autossuficiente e acaso.

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  9. A disciplina Medicina e Espiritualidade jamais foi obrigatória na FMUSP, conforme muitas vezes divulgado (nunca pela USP).
    A disciplina Medicina e Espiritualidade não é mais oferecida pelo CEDEM/USP, nem mesmo como optativa.
    Para confirmação, basta entrar em contato com a FMUSP.

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    1. Obrigado por esclarecer. Por vezes, diante de tanta convicção nas respostas de pessoas que se identificam como especialistas em epistemologia. Penso. A ciência está caminhando para trás...?! Não. Não está.....graças aos que tem apreço pelo conhecimento. ...o conhecimento e não "paraconhecimento"

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    2. A tendência da medicina em reafirmar que só é ciência aquilo que se mede e de pesa é um desastre que a humanidade terá que conviver por séculos. Essa ignorância é uma excelente coadjuvante do pensamento linear e religioso conservador, seco, com ranso da inquisição que assolou a Europa e até o Brasil no passado. Mas há que lembrar que existe uma doença que afeta a maioria dos brasileiros: a desmemorização. O "paraconhecimento" existe em várias culturas do mundo. O mundo paralelo só não existe para aqueles que carregam no DNA a memória do medo.

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  10. Irmãos não percamos tempo nem energias com contendas; como médium espirita estudante da codificação feita através de Allan Kardec posso afirmar as crenças são o que menso nus importa; se você ou aquele outro é ateu ou seja lá no que tenha certeza, não nus esqueçamos de nossos irmãos gritando por socorro em hospitais sem muitas mãos e corações caridosos....crianças choram o choro dos desesperados em orfanatos sendo que o estado pouco faz então quem se candidata...já que queremos estar ao lado da verdade qual ou quem pode doar um pouco de seu tempo aos loucos, aos doentes e varias etapas...são doutores como percebo alguns.....mas já que alguns de vocês são ateus devem concordar em usar o tempo que findara no nada depois da morte e ajudar com o tempo que pensam ainda restar.....a recompensa é o bem estar de ter feito algo que muito que podem fazer em benefícios dos desamparados podem e não fazem......irmãos não odeiem quem vus fala da vida eterna nem das vozes daqueles que nus precederam além tumulo..... Seria estupidez agredir mesmo que verbalmente quem nus traz uma ótima noticia mesmo que não acreditemos em nada.....é melhor do que noticia ruim não é mesmo ? Que Deus us abençoe.

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  11. Adriani, concordo com você. O que precisamos entender é: o que nos une é o amor ao Pai, cumprir seus mandamentos e viver na prática da caridade e da misericórdia:
    Que a minha fé não é maior que a fé do meu irmão; Não coloquemos barreiras e muros, demo-nos as mãos e vamos juntos trabalhar no mesmo proposito: UM MUNDO MELHOR, de paz e harmonia. "O mesmo Deus que nos criou sem nós, agora precisa de nós para nos salvar." Santo Agostinho. DEUS NOS ABENÇOE E NOS GUARDE! Amém!

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  12. Doutora Jaqueline, existe uma enorme resistência das pessoas em saírem do obscurantismo. Não se percebe o grau de irresponsabilidade de muita gente, que a todo custo quer fazer crer que espíritos interferem no mundo material. Isso é muito ruim para a nossa sociedade, onde a ignorância já campeia solta nas camadas culturais mais inferiores da população. Estima-se que os acidentes de trânsito poderiam diminuir drasticamente, caso as pessoas respeitassem as leis da física, no lugar de dizerem "Fé em Deus e pé na tábua" Grato por sua contribuição no combate a ignorância.

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    1. Se todas as religiões fossem respeitadas não haveria nem essa discussão aqui.
      Ser espírita, ateu, católico, evangélico, umbandista, budista, etc... todos são filhos do mesmo Pai.O seu Deus é o meu também. Somos todos irmãos. Não Não existe ignorância aqui ou ali o que existe são pessoas como você que não acreditam e por não acreditarem tem certeza que não existe.Seria bom e muito que a Teologia não tivesse sida modificada e todos fossem obrigados a entender todos os tipos de religião e estudar uma por uma em separado.Haveria mais respeito e compreensão. Mas, jamais fale que isso é retrocesso.Estude primeiro. Fale depois.

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  13. retirado do próprio texto e nem preciso falar mais nada.
    "Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas."

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  14. Vejo como importante entender o que seja obsessão e possessão, pois quem definiu após estudar as características destes estados foi Allan Kardec.
    Por esse motivo coloco abaixo o link para um artigo onde essa distinção é feita:

    https://bemviverapometria.wordpress.com/2009/10/12/obsessao-fascinacao-subjugacao-e-possessao/

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  15. Será que a Dra. Jacqueline vai gastar um pouquinho do tempo e do conhecimento dela para tentar explicar o que vem a ser o que está descrito no próprio código da doença?
    "Estados de transe e de possessão"
    O que seria o estado de possessão?

    No aguardo.

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  16. Alguem pode me explicar o que quer dizer a palavra POSSESSÃO?

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  17. Eu, Filósofo Clínico, explico-lhe que nenhuma palavra tem significado fora da frase. Assim, nessa CID o significado da palavra POSSESSÃO é identica ao significado da palavra obsediar (apodera-se). O que acho complexo é essa CID informar que a pessoa tem consciência temporal e territorial, mas na verdade essa pessoa está em estado de transe, ou seja, essa pessoa não tem pleno domínio do que está acontecendo pois o seu corpo está sendo utilizado pelo obsediador, o possessor.

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    1. É que tem muita gente boa, e formada, com diploma de doutorado, que pensa que estado de transe só existe nos fumadores de maconha....

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  18. Sugiro acompanharem os estudos científicos sérios da ufjf, CONUPES onde o estudo da espiritualidade, religiosidade e Saúde estão em pleno desenvolvimento, mas, para isso o preconceito( senso comum) deve ser afastado, pois sem esse cuidado, a visão se limita a ignorância, sem ofensas. Fora de nosso País, as pesquisas estão a anos luz de nós, justamente devido a condiçaõ de uma mente aberta e a observação criteriosa das pesquisas. Ciência sempre!

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  21. Bom Dia Amigos..
    Significa que devemos "apreender" mais, ser tolerantes, compassivos.
    Existem muitas informações ainda por desvendar, só alguns conseguem enxergar certas coisas. Por mais que se empenhem, não vão conseguir, é muito simples, cada um têm uma "percepção", uma frequência, assim foi, e será sempre através de toda a historia da humanidade. Cada um é dono da sua verdade relativa. A VERDADE, É !!

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  24. Caros amigos,
    Muita paz a todos!

    A Dra. Jacqueline tem toda razão. Notem que a única confusão que ela faz é com relação à atividade mediúnica na qual junta a patologia da obsessão. De fato, a obsessão nada tem a ver com a atividade mediúnica, cujos médiuns estudam, dominam seu corpo, dominam a manifestação, é feita com orientação da espiritualidade no sentido do controle da atividade, da organização nos dois planos, ao contrário do processo obsessivo.

    A obsessão de fato, tal qual prevê Allan Kardec, em O Livro dos Médiuns, é uma patologia espiritual, que se dá em três níveis: obsessão simples (eu percebo a influência e posso escolher), fascinação (geralmente ocorre com médiuns, mas nada impede de acontecer com qualquer pessoa que acredita numa ideia absurda sem perceber que está sendo influenciada, ocorre no campo das ideias) e o nível mais grave seria a subjugação, na qual a pessoa perde o controle do próprio corpo. Essas são patologias, não ocorrem de forma controlada e por vontade própria, ou seja, voluntariamente, nas casas espíritas. Quando as pessoas chegam às casas espíritas dessa forma, elas estão doentes e vão para o tratamento espiritual e jamais para o trabalho mediúnico.

    Dessa forma, a Dra. Jacqueline de seu modo está correta sim, apenas desconhece o Espiritismo e sua codificação, nesse diapasão.

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  25. Doutores também podem ser alienados, ignorantes e desconhecer o que acontece até no quintal da casa onde mora. O assunto aqui abordado parece isso: ignorância no sentido de falta de conhecimento. O Brasil é um dos paises de maior concentração de diversidade das Américas. Há pesquisadores europeus pesquisando este assunto pela quantidade de recursos existentes mas tem doutores brasileiros que só ler o que está escrito e ainda dá opinião sobre o assunto. Que lástima.

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